Bem vindos ao meu espaço

Após algum tempo a navegar neste mundo de blogosferas, dei por mim ai e ali a escrever o que se pensa aqui… resolvi então criar o "Coffee Break e 3 linhas de conversa", o lado mais dia-a-dia, o lado mais soft, talvez o lado mais “santo” de Santo&Pecador. Serve este blogue, como o próprio nome o diz, para fazer uma pausa e escrever 2 ou 3 linhas sobre aqueles pensamentos, ideias e momentos (bons, maus ou mesmo aqueles assim-assim) que nos surgem durante o dia ou da noite. Vou tentar assim com as vossas opiniões e com algumas, saudáveis, discussões que por aqui vão ficando, tentar enriquecer e melhorar o meu padrão de vida e algo mais…



Logo estão todos convidados para um Coffee Break e 3 linhas de conversa,

terça-feira, 28 de junho de 2011

Novo (velho) mundo... meu.


Os meus próximos dias vão ser embrenhado nas lides domésticas. Verdade que finalmente, e após uns meses, tive de volta a minha casa. Sem mobílias e num estado, próprio de mudanças, a casa neste momento transmite um incómodo vazio e uma carência de cor de vida.
Limpar a sujidade e este inquieto vazio, arrumar as roupas e a minha mente, dar alegria às paredes e cor à minha vida, são a prioridade neste momento.
Agregando a parte física à emotiva, procurarei encontrar alegria nas cores das paredes, paz na decoração de uma nova sala, momentos de descoberta na cozinha, o enraizar de verdadeiras amizades nos jantares partilhados no logradouro e o amor no conjunto de todo este novo (velho) mundo que é o meu.

sábado, 25 de junho de 2011

O Escritor


Quem escreve sabe que o escritor se esconde e se mostra no meio das suas palavras, nas entrelinhas. Faz delas o seu abrigo, o refúgio onde agasalha a nudez da sua própria alma. Na divagação do que passa para o papel, assume papéis do que é, e vive, do que gostaria e sonha ser. Encarna pessoas, finge ser o outro, finge falar do outro, baptiza personagens, mistura estados de espíritos e personalidades que conhece e admira, ou mesmo seres que venera.
Ao escritor é permitido escrever sobre qualquer coisa, em qualquer lugar e na companhia do que desejar. Pode escrever sobre amor no meio de uma catástrofe acompanhado pelas labaredas de um fogo homicida, sobre um desgosto numa casa na montanha acompanhado dos flocos de neve que pintam de branco a paisagem existente.
Escreve sobre tudo e sobre o nada, sobre um copo que se esvazia ou uma vela que se acende. O escritor vive duas vezes, o que sente e captura nos detalhes que passam a todos despercebidos e depois quando os conduz para o papel, dando-lhe o seu toque pessoal, o seu ADN, transportando toda a sua emoção e sentimento nas palavras e nas frases que regista.
O escritor observa o mundo á sua volta em slowmotion, provoca diálogos, questiona certezas e dúvidas, aprofunda sentimentos, mergulha nas emoções e nos enigmas de quem o rodeia na pesquisa de detalhes para a sua história, na busca da inspiração para o enredo, na procura da paixão para o seu romance ou poesia, reportando no papel as suas vivências, sonhos e fantasias e por vezes vivências, sonhos e fantasias de outros que tanto o estimularam.
Neste jogo de cores, entre o branco do papel e o preto da tinta, o escritor deixa, sempre, escapar um pouco de si em cada linha, em cada vírgula ou pausa, em cada ponto final ou parágrafo.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Existem surpresas maravilhosas…



Mais grave ainda é o facto de nestes últimos dois meses ter ido à casa do mesmo (petiscos e jantaradas) e não saber disto. A única justificação que encontro foi a cerveja e o vinho que por lá havia e se consumiu.
AH!
A ginjinha caseira, também foi uma das grandes culpadas.

Grande Pedro!
Encontro-te em todo o lado...

... mesmo quando não estás lá.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Bom dia verão!


Será que desta vez o calor vem para ficar?

The Promise



"
If you wait for me then I'll come for you
Although I've travelled far
I always hold a place for you in my heart
If you think of me
If you miss me once in awhile
Then I'll return to you
I'll return and fill that space in your heart
Remembering
Your touch
Your kiss
Your warm embrace
I'll find my way back to you
If you'll be waiting
If you dream of me
Like I dream of you
In a place that's warm and dark
In a place where I can feel the beating of your heart
..."

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O teu (meu) beijo



Recebi o endereço do teu beijo, e coloquei-me a caminho. Comigo levei o meu beijo, no sonho de beijar o teu. Sem pressas, parti, descansado, porque prometeste-me que esse teu beijo era meu. Sem saber o como e o porque, segui para norte, o teu que se liga a mim, conduzia-me para a tua rua. Senti-te nessa avenida e sem pressas de deixar de sentir, virei-me quando teve de o ser, na terceira casa, sem o contar, iluminado pelas suas alegres e sorridentes cores. Certo de que não me enganara, sorri.
O teu coração, abriu-me as portas, sem que te tocasse. Sem preciso me apresentar, os corações reconheceram-se. O teu abraçou o meu, que se embrulhou no abraço do teu, deixando-se transportar para o jardim, onde o teu beijo recebe o meu, num beijar fácil de sentir, lento de pressa, demorado de terminar e despreocupado de um sim ou de um não.
Nessa tua rua perdida, tão fácil de encontrar, onde já entrei sem partir ou ai ter chegado, sonho com esse teu (meu) beijo onde nós dois nos iremos encontrar.

Beijo-te!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Santos Populares



Numa romaria iniciada no largo do Chafariz, com o museu do fado como testemunha e na companhia de pessoas fantásticas, a primeira sardinha (bifanas para as meninas) foi logo assinalada com uma cena caricata. O rapaz que nos serviu, que tinha os preços afixados na parede atrás de si, teve de ir perguntar a alguém o preço das referidas sardinhas e bifanas. Percebemos logo que o álcool por ali já se fazia notar. Esquecendo o facto da bifana da Is. estar cheia de sal, andamos mais uns metros até há Travessa de S. Miguel, onde o nosso amigo J. nos esperava. Segundo ele, seria o homem que estaria a assar sardinhas, mas realmente vi-o mais vezes a beber cerveja do que propriamente ao fogareiro, e isso era notório no estado alegre com que ele nos recebeu. Surpresa, das surpresas foi encontrar um amigo que não via há mais ou menos dois anos, o T., que lá se encontrava com a tuna, à qual pertence e é o homem do bandolim, a alegrar a festa.
Da Travessa de S. Miguel à Igreja de St. Estêvão, foi uma curta viajem por travessas e ruelas estreitinhas. O percurso demorou cerca de uma imperial para mim e para o N. e meia sangria para as meninas. Para acompanhar mais umas sardinhas, vieram mais duas imperiais, enquanto as meninas terminavam a sangria, também elas, providas de umas deliciosas sardinhas. Sentados no chão e com uma mesa com cerca de uns 40 cm de altura, junto à Igreja de St. Estêvão, enquanto a I. desesperava pela chegada da sua bifana, fomos brindados com uma senhora chinesa que ao nosso lado devorava uma sardinha, da mesma forma que nós comemos os, também, deliciosos jaquinzinhos. Iniciou a devoração do respectivo “bicho” pela cabeça, terminando no rabo. As espinhas? Não perguntei! Mas pelo ar satisfeito com que a mesma desbravava a dita sardinha, penso que a resposta seria qualquer coisa, como “Deliciosas!”.
Entre o descer e o subir de umas escadaria, para ir urinar, eu e o N. fomos placados por uma espanhola, que fazia guarda à sua amiga, também espanhola, que urinava numa esquina dessas escadarias. Aguardamos respeitosamente, que a menina terminasse o servicinho, e depois de nos agradecerem pela nossa espera e compreensão, lá regressamos, com mais umas cervejas na mão, para junto das meninas que se deliciavam com a vista que aquele local nos proporcionava. Com o magnifico Tejo como pano de fundo, Lisboa fumegava o aroma das sardinhas e as luzes das casas convidavam-nos a perseguir a nossa romaria.
Com uma paciência de Santo, a fazer jus ao dia que se comemora, diria mesmo uma paciência invejável, a I. aguardou cerca de uns bons 45 minutos pela chegada da sua tão aguardada bifana, que pelo menos valeu pelo facto de estar saborosa.
Subidas mais umas escadas e percorridas mais umas ruelas, mesmo com uma pausa para um maravilhoso e caseiro arroz doce, foi num ápice que estávamos junto do nosso amigo Ch., que se encontrava a trabalhar numa das muitas tasquinhas (se é que se pode chamar tasca) de Alfama. Dali, até junto do J. que nos esperava, mais uma vez, na Travessa de S. Miguel, e já na companhia de outros amigos, uns de longa data e outros de há poucos minutos, foi um novo percorrer de ruas e ruelas, travessas e escadarias, acompanhados pelo som das variadas músicas populares que se faziam ouvir por Lisboa inteira. Num improvisado comboio, para não nos perdermos, lá fomos dançando e saltando até junto do J., como lhe tínhamos prometido.
O ambiente não podia ser melhor, a sardinha era a rainha da festa e a bifana também marcava a sua presença. A cerveja fresca fazia par com toda a sardinha e bifana e para ornamentar todo este quadro de alegria e festim a tuna cantava e deliciava quem os ouvia.
Deu a meia-noite e chegara o dia do Santo casamenteiro, o St. António, mas não era só o dia dele, também era o dia da S., pois era o dia do seu aniversário. Sem interessar a idade que fez - não se pergunta a idade a uma menina - a tuna brindo-a com uma linda canção de parabéns acompanhada por todos nós.
Passaram-se mais umas horas, da mesma alegria e convívio, a boa disposição exuberou, as velhas amizades fizeram-se notar, as mais recentes enraizaram-se e as novas encantaram-me.

Até para o ano!

Ela voltou!


Após uma paragem de cerca de três meses, ela voltou e cheia de vontade.
Cheguei a pensar que se tinha zangado comigo, que me tinha abandonado.
Mas afinal não!
Ontem eu e ela, escrevemos umas linhas maravilhosas, para não dizer um capítulo inteiro.
Já tinha saudades dela…
…da inspiração.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O que se perde...


perder é diferente de parar
e parar é diferente de abandonar
e abandonar é diferente de afastar
e afastar é diferente de desistir
...é aceitar!

aceitar é afastar e é parar
abandonar é desistir e é perder
e perder é...o que se perde!

Perder...o que se abandona.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Pacientes



Já percebi o motivo pelo qual os Hospitais nos apelidaram de pacientes… é mesmo preciso ter muita paciência enquanto se aguarda para ser atendido.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Gostos por imagens

Recebi um desafio diferente e muito criativo das minhas amigas Blair Randall, Pink Poison, Gaja e da Paula.
A ideia é dizer, através de imagens, 10 coisas de que gostamos.




De mim (sim! Porque eu gosto de mim.)



Dos meus filhos



O abraço do meu irmão



 De rir



De estar apaixonado (amar e ser amado)



Música (piano)


Sentir o cheiro de quem amo



Snowboard




Escrever/Ler





Vinho tinto, jantar e amigos (combinação perfeita)






Agora gostava de passar este desafio a quem queira aceitar o desafio e dar-se a conhecer mais um pouco