Bem vindos ao meu espaço

Após algum tempo a navegar neste mundo de blogosferas, dei por mim ai e ali a escrever o que se pensa aqui… resolvi então criar o "Coffee Break e 3 linhas de conversa", o lado mais dia-a-dia, o lado mais soft, talvez o lado mais “santo” de Santo&Pecador. Serve este blogue, como o próprio nome o diz, para fazer uma pausa e escrever 2 ou 3 linhas sobre aqueles pensamentos, ideias e momentos (bons, maus ou mesmo aqueles assim-assim) que nos surgem durante o dia ou da noite. Vou tentar assim com as vossas opiniões e com algumas, saudáveis, discussões que por aqui vão ficando, tentar enriquecer e melhorar o meu padrão de vida e algo mais…



Logo estão todos convidados para um Coffee Break e 3 linhas de conversa,

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Vento...


Que bem sopra o vento
espalha-me as palavras
sopra assim bem lento
para as ouvires sussurradas



The Low Anthem - Charlie Darwin

sexta-feira, 25 de novembro de 2011


Porque os que nos julgam nem sempre são os que estão certos…


…e porque se erramos, é porque estamos a tentar fazer melhor.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

 Quando o que é certo é o que está errado...



... e quando o que é errado é o que está certo.


Ryam Adams - Desire

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Mergulho...



mergulho
num coração pintado de dor
no preto e branco
num cinza vazio de amor
cheio de nada
ofereço a minha cor
nessa falta desesperada
cubro o receio
dessa vida assustada
medos que leio
nesse triste viver
agarro-me aos detalhes
para te tentar renascer



Gotye - Hearts a mess

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Porque há coisas fantásticas...




Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Vidas




Todos os dias acordamos, perdemos o mesmo tempo nas mesmas rotinas diárias, percorremos os mesmos percursos, lidamos com as mesmas pessoas, almoçamos no mesmo local e repetimos mais um interminável número de “mesmos” ao que chamamos viver. Acomodamo-nos a esta nossa hipnose de sobrevivência, convencidos que é viver.
Esporadicamente e em alguns momentos do nosso viver, como por exemplo, quando nos juntamos com verdadeiros amigos para um jantar, conseguimos nos libertar da máscara, que insistimos em usar todos os dias, para mostrar ao mundo a imagem que criamos para esse, mesmo mundo ver. Teimamos em esconder o nosso verdadeiro eu e continuar a sobreviver no palco do teatro que montamos.
No entanto existem momentos mágicos, em que dizemos as maiores parvoíces e rimos de nós próprios, sem medo da crítica, sem sequer pensarmos no que é dito. Sentimos, simplesmente o sabor de falar sem pensar, sem sentir a pressão dos “juízes” que diariamente temos ao nosso redor. Saber que não existem consequências graves nas parvoíces que dissemos, porque sabemos que quem nos ouve, nos conhece, respeita e gosta de nós tal e qual como somos. Ama-nos as qualidades e os defeitos, ama-nos todo o nosso eu.
Temos rasgos de um sabor único da vida, com o sorriso dos nossos filhos ou com a música que sai da voz deles, onde vamos buscar forças e coragem para tudo. São eles que nos fazem resistir a tudo, é por eles que ultrapassamos obstáculos nunca antes passados, são eles, sem dúvida, a maior razão do nosso viver.
Depois surgem aqueles momentos de interferência com outras vidas, onde nos apercebemos que existem mais vidas como a nossa, mais vidas que tem o mesmo viver que o nosso, a mesma sobrevivência, a mesma vontade de sonhar, agarrados a outras vidas idênticas às que estão agregadas a nós.
Na amplitude desse momento, do cruzamento das nossas vidas com o conhecimento dessas outras vidas, em que nos questionamos sobre a possibilidade, de unir a nossa vida a uma vida dessas que vive, por vezes distante, num universo diferente, mas num viver em tudo paralelo ao nosso. Perguntamo-nos se o unir destas duas vidas, não seria o unificar de dois sonhos em tudo iguais, num só. Libertávamo-nos das vidas que nos aprisionam o sonhar, que nos limitam o viver atirando-nos para a nossa simples e humilde existência.
Duvidamos se não estaremos a trocar uma rotina por outra.
É verdade!
No entanto não sabemos. Só saberemos a resposta se tentarmos conhecer essas vidas, trocar ideias, palavras, escutar os seus problemas também, sentir os seus sonhos, viver as suas alegrias e perceber se em tudo são harmonizáveis com os nossos sonhos e o nosso sentir.
Depois vamos viver, apaixonarmo-nos todos os dias, não ter medo de nos fartar, não ter vergonha de nos amar, de não esquecer de nos beijarmos todos os dias, não passar para segundo plano o tempo de nos amimar, de entender que temos de dizer que nos amamos quando queremos e nos apetece, mostrar o nosso agrado e a nossa satisfação quando os recebemos, contribuído assim diariamente para continuarmos apaixonados e fazer das nossas vidas, a nossa vida!

Let's dance?


Nouvelle Vague - Dance With Me

"
Let's dance little stranger
Show me secret sins
Love can be like bondage
Seduce me once again"

Do presente para o futuro



A intensidade vivida no presente será reflectida no viver do nosso futuro.


Como me disse uma amiga : "Sou esquisita... gosto de coisas simples!"