Bem vindos ao meu espaço

Após algum tempo a navegar neste mundo de blogosferas, dei por mim ai e ali a escrever o que se pensa aqui… resolvi então criar o "Coffee Break e 3 linhas de conversa", o lado mais dia-a-dia, o lado mais soft, talvez o lado mais “santo” de Santo&Pecador. Serve este blogue, como o próprio nome o diz, para fazer uma pausa e escrever 2 ou 3 linhas sobre aqueles pensamentos, ideias e momentos (bons, maus ou mesmo aqueles assim-assim) que nos surgem durante o dia ou da noite. Vou tentar assim com as vossas opiniões e com algumas, saudáveis, discussões que por aqui vão ficando, tentar enriquecer e melhorar o meu padrão de vida e algo mais…



Logo estão todos convidados para um Coffee Break e 3 linhas de conversa,

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Confiante…



…caminho pelo passado, procurando encontrar o futuro, seja ele qual for.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012


Difícil não é encontrar uma mulher com quem eu goste de dormir, difícil é encontrar uma com quem eu goste de acordar.



Sempre gostei de acordar contigo.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Amizade




A amizade é um amor sem casamento, que nunca dá em divórcio.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O Coração




O coração é como uma casa de várias divisões. 
Da rua para o hall de entrada deixamos entrar os conhecidos. Muitos aí permanecem, outros voltam a sair para a rua e outros, ainda, entram na divisão seguinte. A esses apelidamos de amigos. Nessa divisão encontramos três portas, uma para a rua, outra de volta ao hall de entrada e ainda outra que dá acesso à divisão seguinte. Nessa divisão entram alguns amigos que por diversos factores passam a ter um destaque maior na nossa vida. Aqueles por quem nutrimos um carinho maior e os sentimos mais próximos. Esta divisão tal como a anterior, tal como a seguinte e tal como as que infinitamente poderão surgir, são compostas pelas mesmas três portas, a da rua, a que dá acesso à divisão anterior e a que dá passagem à divisão seguinte. A dos amigos que amamos.
Sim! Amamos!
Porque gostar muito de um amigo ou de uma amiga, sentir a sua falta e saber que estão presentes quando precisamos, quando estamos mal, ou menos bem, e sentir a necessidade de fazer o mesmo por eles, de estar presente nos momentos em que estes necessitam de um abraço, de um ombro, de uma palavra ou simplesmente de uma presença, é uma forma de amar.
A divisão seguinte é especial e só tem lugar para um. É para aquela pessoa com queremos partilhar a vida, aquela pessoa que preenche a parte de nós por completar, aquela que nos faz deixar de dizer EU e passar a dizer NÓS.


Este pensamento poderia acabar aqui, mas não acaba porque esta, ou estas como vão poder constatar a seguir, é ou são as divisões mais importantes e as mais indecifráveis do coração.


Tal como nas outras divisões continua a existir três portas, uma para a rua, porque a qualquer momento e em qualquer divisão essa pessoa pode sair de vez para nunca mais voltar e se por algum motivo for possível voltar terá de recomeçar todo o processo de novo, outra para a divisão anterior e ainda outra para uma divisão seguinte, e assim sucessivamente e infinitamente.
A diferença da próxima divisão para com a que lhe antecede é no seu tamanho. É maior. Portanto, o amor que se sente por uma pessoa está constantemente a engrandecer ou a atenuar, dependendo única e exclusivamente da forma como é tratado, cuidado, alimentado ou vivido. Admitindo certo este meu raciocínio podemos dizer que o tamanho desse amor é proporcional ao tempo por nós dedicado ao mesmo, podendo esse amor simplesmente desaparecer, extinguir-se ou inversamente atingir proporções desmedidamente inclassificáveis. Nunca poderemos afirmar ou garantir que amamos mais ou menos que o outro, mais ou menos que amanhã ou mais ou menos que ontem. Sabemos sim, que se esse amor cresce infinitamente e a divisão em que se encontra já não é suficiente para tanto amor, tem de passar à divisão seguinte e assim sucessivamente. Se suceder o inverso, se esse amor não é alimentado, se é por nós negligenciado, esquecido, precisa de uma divisão mais pequena para ainda se sentir amor, recuando assim para a divisão anterior. Depois e de uma forma incompreensível e até mesmo racionalmente inatingível a todo este meu pensamento, existem outras ainda, que inexplicavelmente estacionam lá, na ultima divisão possível para o amor, imóveis e mudas, escusando-se a sair.
Talvez porque não queremos que saia, talvez porque esse amor carece de alimento, talvez porque é ali que se sente amado, talvez porque ele não quer sair, talvez porque pertence ali, talvez porque sim e talvez… porque não?
Não sei!