A chuva cessa, o céu despoja-se do cinzento e veste-se de azul amor.
As nuvens fazem vénia ao sol que em mim brilha, numa conhecida sensação.
Vive em mim, a parte de ti que me alimenta o crer e me rasga o impossível.
Os pássaros riscam o céu com o teu sorriso e o sol mostra-me o brilho dos teus olhos.
O vento esconde nas nuvens as dúvidas e as incertezas, deixando o gosto desta fresca sensação.
Guardado no medo, não espreito o céu e na sombra resguardo-me da tua luz.
O suspirar das árvores gritam saudades, o odor das flores desprendem-me o esquecer e o verde da relva convida-me a rebolar nas memórias.
Seguro as palavras e silenciosamente mergulho nesta fresca sensação.
As nuvens fazem vénia ao sol que em mim brilha, numa conhecida sensação.
Vive em mim, a parte de ti que me alimenta o crer e me rasga o impossível.
Os pássaros riscam o céu com o teu sorriso e o sol mostra-me o brilho dos teus olhos.
O vento esconde nas nuvens as dúvidas e as incertezas, deixando o gosto desta fresca sensação.
Guardado no medo, não espreito o céu e na sombra resguardo-me da tua luz.
O suspirar das árvores gritam saudades, o odor das flores desprendem-me o esquecer e o verde da relva convida-me a rebolar nas memórias.
Seguro as palavras e silenciosamente mergulho nesta fresca sensação.








