Bem vindos ao meu espaço
Após algum tempo a navegar neste mundo de blogosferas, dei por mim ai e ali a escrever o que se pensa aqui… resolvi então criar o "Coffee Break e 3 linhas de conversa", o lado mais dia-a-dia, o lado mais soft, talvez o lado mais “santo” de Santo&Pecador. Serve este blogue, como o próprio nome o diz, para fazer uma pausa e escrever 2 ou 3 linhas sobre aqueles pensamentos, ideias e momentos (bons, maus ou mesmo aqueles assim-assim) que nos surgem durante o dia ou da noite. Vou tentar assim com as vossas opiniões e com algumas, saudáveis, discussões que por aqui vão ficando, tentar enriquecer e melhorar o meu padrão de vida e algo mais…
Logo estão todos convidados para um Coffee Break e 3 linhas de conversa,
Logo estão todos convidados para um Coffee Break e 3 linhas de conversa,
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Os meus filhos...

Gargalhadas soltas e espontâneas,
descobrem em mim a alegria
do meu mais secreto sorriso.
O poder criado pela magia
dos vossos pequenos braços,
envoltos no meu pescoço,
eliminam de mim os meus fracassos.
A espevites como me convencem
com aqueles lindos olhos e graciosos,
nutrem em mim o meu orgulho de pai.
O prazer que transmitem ao comigo brincar
retornam em mim a criança que ainda existe.
O com vocês jogar á bola ou na relva rebolar,
elevam o meu sentir para lá do maravilhoso.
A angustia que exteriorizam ao chorar,
colocam em mim sofridas lágrimas no rosto.
A alegria que difundem ao meu chegar,
o correr e saltar para os meus braços,
fazem os meus olhos sorrir de felicidade.
O abraçar dos vossos corpos franzinos,
erguem todo o meu amor por vós .
O que vejo de mim em vocês dois,
faz de vocês únicos e exclusivos,
incomparáveis e especiais…
Faz de vocês os meus filhos.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Dormir para sonhar
é tempo de dormir
dormir para sonhar
procurar no sonho o acordar
no tempo que finda sem chegar
incansavelmente num olhar
sonho
risco no tempo o teu rosto,
em contornos de felicidade
camuflados de uma beleza fácil
cubro o lembrar com o teu corpo
de uma inigualável sensualidade
desprendida
só no momento certo
segunda-feira, 28 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Tempestade de ti
O mar está bravio, as águas espancam-me a confiança e proíbem-me
arriscar
… mas mergulho (em ti)
A chuva atira-se a mim, arrefece-me o desejo e congela-me a
paixão
… mas aqueço-me (de ti)
O vento empurra-me a vontade e traz vozes que me gritam sofrimento
… mas ensurdeço (sem ti)
O sol furta-me a luz, escurece-me os momentos vividos e cega-me
o caminho
…mas brilho (para ti)
A lua desalinha-me o caminho, desarruma-me a verdade e ilude-me
o amor
…mas amo-te (a ti)
Irma - Everybody
domingo, 29 de abril de 2012
Dia Internacional da Dança
Dançar é como amar, aprende-se, é difícil, é único, é paixão,
é sedutor, é lascivo, é êxtase, é revigorante, é delicioso, é inexplicável, é alegria
e tristeza, é sofrimento e deslumbramento, e, nunca se sabe quando podemos falhar
e até magoar o outro. Exige muita dedicação, muita partilha, muitas horas a
dois e acima de tudo muita, mas muita cumplicidade.
Quando amamos alguém, não precisamos de palavras para o
demonstrar, são as nossas acções o que mais diz ao outro que o amamos. Na dança
a cúmplice união de dois corpos em movimento numa igual cumplicidade com a
música, são as palavras de todo o sentir que essa mesma música transmite. O
perfume que se desprende de dois corpos que flutuam na pista em absoluta
sintonia, confiando-se nos braços, um do outro, é como o odor que se solta de
dois corpos que se entregam e se descobrem, numa cama, todo o amor que nutrem
um pelo outro. O prazer de ver dois corpos a dançar é, como escrevi há uns anos,
“… acolherem-se um ao outro, transmitindo ápices de uma extraordinária fusão, de
uma cumplicidade impenetrável, que só é possível com o germinar de um misto de
combinações de puros sentimentos…”
Deixo-vos aqui dois links que para mim são o exemplo de plena cumplicidade na dança.
e
para fugir ao Tango que é o que todos nós pensamos quando se fala em cumplicidade na dança.
Agarrando, novamente na minha analogia, dançar é como amar, não é na cama que sentimos os maiores e melhores momentos de cumplicidade.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Viver é...
"Viver é uma peripécia. Um dever, um afazer, um prazer, um susto, uma cambalhota. Entre o ânimo e o desânimo, um entusiasmo ora doce, ora dinâmico e agressivo. Viver não é cumprir nenhum destino, não é ser empurrado ou rasteirado pela sorte. Ou pelo azar. Ou por Deus, que também tem a sua vida. Viver é ter fome. Fome de tudo. De aventura e de amor, de sucesso e de comemoração de cada um dos dias que se podem partilhar com os outros. Viver é não estar quieto, nem conformado, nem ficar ansiosamente à espera. Viver é romper, rasgar, repetir com criatividade. A vida não é fácil, nem justa, e não dá para a comparar a nossa com a de ninguém. De um dia para o outro ela muda, muda-nos, faz-nos ver e sentir o que não víamos nem sentíamos antes e, possivelmente, o que não veremos nem sentiremos mais tarde. Viver é observar, fixar, transformar. Experimentar mudanças. E ensinar, acompanhar, aprendendo sempre. A vida é uma sala de aula onde todos somos professores, onde todos somos alunos. Viver é sempre uma ocasião especial. Uma dádiva de nós para nós mesmos. Os milagres que nos acontecem têm sempre uma impressão digital. A vida é um espaço e um tempo maravilhosos mas não se contenta com a contemplação. Ela exige reflexão. E exige soluções.
A vida é exigente porque é generosa. É dura porque é terna. É amarga porque é doce. É ela que nos coloca as perguntas, cabendo-nos a nós encontrar as respostas. Mas nada disso é um jogo. A vida é a mais séria das coisas divertidas. "
Joaquim Pessoa, in 'Ano Comum'
Não tenho por hábito copiar textos de outros, mas este fui incapaz de não o fazer...
quinta-feira, 19 de abril de 2012
a vida é como uma arma pronta a disparar
chegou um tempo, um momento em que a vida não pode segurar
o que está feito, está feito, a vida é como uma arma pronta
a disparar
uns vão chegar, outros vão partir, uns sempre ficar e outros
nunca surgir
palavras ditas e não ditas, palavras que escrevem o que vou
ou não sentir
paixões perdidas, paixões prometidas, misteriosas no
entender do seu sabor
o sorrir de um vida inacabada, noutra de passado ferido,
susceptíveis de um amor
uma canção silenciosa que se aproxima, com este incógnito desejo
de tocar
no descobrir da comunhão de dois cúmplices corpos, sedentos
de amar
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